Forensic Readiness
Estruture a capacidade de resposta antes que o risco se materialize.
O problema que este serviço resolve
A maioria das organizações descobre que não está preparada no pior momento possível: quando o processo já foi distribuído, o regulador já notificou ou o colaborador crítico acabou de ser desligado. Forensic readiness é a capacidade de agir antes — estruturando processos e controles que garantem que as evidências existam, estejam preservadas e sejam defensáveis quando necessário.
Sem essa estrutura prévia, registros legítimos se tornam vulneráveis: a informalidade na coleta, a ausência de rastreabilidade e a documentação insuficiente transformam uma evidência sólida em um ponto de ataque adversarial.
Quando este engajamento é elegível
- Desligamentos de colaboradores com acesso crítico a sistemas, dados ou clientes
- Risco de litígio com dimensão digital iminente
- Auditorias que identificaram vulnerabilidades em controles de dados
- Operação em setor regulado — financeiro, saúde, infraestrutura crítica
- Fusões, aquisições ou due diligence envolvendo ativos digitais
- Estruturação de programa de compliance e governança corporativa
O que é entregue
- Política de retenção e preservação — o que reter, por quanto tempo e em que formato
- Protocolos de resposta a incidente — procedimentos auditáveis para as primeiras horas
- Treinamento de stakeholders-chave — jurídico, RH, TI, compliance e C-level
- Avaliação de maturidade e roadmap — diagnóstico do estado atual com recomendações priorizadas por risco
- Documentação técnica defensável — tudo estruturado para resistir ao questionamento adversarial
Perguntas frequentes
Qual a diferença entre forensic readiness e resposta a incidente?
Resposta a incidente é reativa — ocorre depois do evento. Forensic readiness é proativa — estrutura a capacidade de resposta antes. Uma organização com forensic readiness adequado responde melhor a incidentes, mas o serviço em si é de preparação preventiva.
Quanto tempo leva para estruturar forensic readiness?
Depende do porte e da maturidade existente. Um engajamento típico varia de quatro a doze semanas, com entregáveis parciais ao longo do processo. A avaliação de elegibilidade inicial — confidencial e gratuita — permite estimar o escopo com precisão antes de qualquer compromisso.
O engajamento exige acesso a sistemas internos?
A profundidade de acesso é definida no escopo inicial conforme o nível de risco e os objetivos do engajamento. Em muitos casos, entrevistas estruturadas e revisão documental são suficientes para a fase de diagnóstico.
Confidencialidade. Elegibilidade por relevância. Atuação direta do especialista.
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